sábado, 19 de abril de 2014

Um amor amarrado a Ele.

Jesus carregou aos seus ombros os pecados da humanidade e sofreu na Cruz até ao último momento de vida. Para quem O condenou julgava que seria o fim. Apenas foi o início de uma novo projecto para a humanidade.

Hoje dia da Vigília Pascal fica o texto que li (e reli) na "Página 1 da RR" sobre o casal  Ribeiro e Castro que numa grande família souberam embelezar na quantidade humana o bem mais valioso - Jesus Cristo.

Um testemunho de hoje para uma Verdade de Sempre - Jesus Ressuscitado  - que Ressuscita em nós sem grandes fórmulas de vida e tendo como ideal a entrega incondicional ao Outro.

"Nosso matrimónio apontou para a eternidade 
Leonor Ribeiro e Castro é outra pessoa que nunca fugiu dos desafios que a vida lhe lançou. Mãe de 13 filhos e com uma actividade incansável a favor da promoção da vida e da dignidade humana, perdeu o seu marido há poucas semanas: “No dia de São José, ele perguntou 'o que é que São José tem reservado para mim este ano?' Eu respondi, 'o Céu amor'. Ele morreu no dia seguinte”. 

Leonor e Fernando Ribeiro e Castro viveram uma vida feliz e intensa. Três semanas depois de ficar viúva, Leonor aceitou falar do assunto: “Há uma saudade profunda, uma dor de quem muito ama, muito sofre, é uma dor física, de quem quer apertá-lo, ouvir a porta, a voz. Tudo acabou. Mas não houve morte. Está na tal viagem. O navio partiu, já está no Céu.” 

Com a eternidade no horizonte, Leonor e Fernando receberam a notícia da doença incurável: “O nosso matrimónio apontou sempre para a eternidade. A missão de um casal é ajudar a levar o outro para o Céu. Dizemos isso aos noivos, apontem para a eternidade.” 

As razões de esperança que animam a vida Leonor servem para todos e isso leva-a a deixar conselhos para que a vida aconteça a todos, na Terra e no Céu: “Procurem um sacerdote, conversem com um sacerdote sobre a eternidade. Não se fala da eternidade, não se fala de Céu. Fala-se muito de Inferno, falta falar de Céu. É preciso ir morrendo aqui para aquilo que é morte e não deixa que a vida aconteça, tanta coisa que provoca isso, se formos morrendo para isso, quando chegar o dia, não há morte.” 

“Isto é uma passagem, e temos de a fazer o melhor possível. E eu não vou acabar na terra, porque se Cristo ressuscitou, e eu acredito nessa ressurreição, eu vou ressuscitar com Cristo. A minha fé diz-me isso. Mas passa por uma paixão”, conclui." (in Página 1).



Nos 50 anos do Cristo-Rei fotografei a embarcação da família estando Fernando Ribeiro e Castro no leme.



Sem comentários: