Santa Jacinta Marto que subiu aos altares no dia 13 de maio de 2017, assim como o seu irmão o Santo Francisco Marto, foram/são dois dos três pastorinhos (a outra é a Irmã Lúcia), que ainda crianças receberam a visita da Senhora tão brilhante como o Sol - Nossa Senhora de Fátima.
Entendeu o destino, eu acredito que tenha sido mão divina e numa derradeira mensagem dos Céus, que amanhã, em plena liberdade, a nossa Assembleia da República venha a discutir, para aprovação, a
Eutanásia,
precisamente no dia onde volvidos 100 anos a pequenina Jacinta viria a morrer na cama do Hospital da D. Estefânia, eram cerca das dez horas e trinta minutos da noite - "Nossa Senhora estaria com ela e a consolaria".
Amanhã uns quantos que se dizem representantes do povo, muitos uns mentirosos, vão levar para discussão na Assembleia da República algo que não foi tema na campanha eleitoral, ou então foi mas como é típico dos países socialistas o importante é lançar lama para os olhos do distraído povo (bêbedo de futebóis e de jogos dos euromilhões, placard, raspadinhas e afins - sabiam que gastamos por dia mais de 10 milhões de euros em jogo?) - e vamos lá tratar de tirar vida às pessoas - vamos lá eutanasiá-las.
Entendo a deriva, com um Serviço Nacional de Saúde português a definhar, ainda ontem fui a um hospital particular porque tenho consultas a tempo e horas e aquela unidade estava à pinha, dizia eu, é preciso libertar camas hospitalares e a Eutanásia dá um jeitão.
Querida Santa Jacinta Marto, este Portugal parece tão perdido como aquele em que viveste, intercedei por nós junto da Nossa Mãe
para que estes políticos consigam ouvir a voz do povo, dum povo que aboliu a pena de morte e que agora uns quantos tentam, de forma matreira, o seu regresso em modelo de Eutanásia - a Vida não é nossa, a Vida é da Humanidade, a Humanidade precisa da Vida nas diferentes formas em que a mesma se apresenta pessoa-a-pessoa.
Obrigado
Revista Stella pela publicação onde no seu boletim existe um espaço dedicado a Santa Jacinta Marto - como eu percebo o Amor que o meu pai tinha por Nossa Senhora de Fátima e pelos Pastorinhos.
Por, António Tadeu Costa