O destino estava anunciado aos olhos dos terrenos, mas mesmo assim foi com uma emoção enorme que recebemos a notícia. Cada um de nós, família, sintonizou-se com o momento de maneira particular. Foi dia de uma oração dirigida a este Grande Homem com que Deus ofertou a Humanidade.
De facto, depois de anos de sofrimento físico e, principalmente, nos últimos meses quando foi submetido a uma traqueotomia, a agonia era evidente e perturbadora.
Nós crentes dispensamos sofrimentos, mas também sabemos que aceitar os desígnios de Deus na Terra por vezes também passa pela dor numa esperança ardente para uma vida melhor. A entrada em pleno nos Céus para junto de Deus faz-se pela purificação e só Ele nos concede os caminhos para a Glória.
O Santo João Paulo II ensinou-nos que a velhice e a doença não são impeditivos de se continuar a viver com dignidade. Quantos na altura, provavelmente também nós cristãos católicos, não dizíamos que era chegado o tempo de João Paulo abdicar ao seu tão longo Pontificado. Pobres criaturas, pequenas de coração, que não sabem dar e muitos menos receber uma Prova de Amor de um humilde Servo de Deus.
Santo João Paulo II que estais nos Céus, rogai por nós.
Por, António Tadeu Costa

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