sábado, 27 de maio de 2017

Fátima - O Costa ateu e a Crente esposa

Acompanhei as cerimónias de Fátima pelas tv's no dia 12 de maio. Fui saltitando as três tv's generalistas e de uma maneira geral a avaliação foi positiva até porque os convidados emprestaram ao evento a espiritualidade e o enquadramento histórico que se impunha. Pena é que alguns jornalistas teimem em não fazer os "trabalhos de casa" e digam alguns disparates e outras tantas banalidades.

Dia 13 de maio, acompanhei o decano dos jesuítas em Portugal até Fátima. Tinha essa missão, com tempo foram tratadas as devidas credenciais e, enquanto sócio, o ACP teve a amabilidade de me arranjar um dístico para o parque.

Chegados pelas 6.30 horas a Fátima a GNR deu-nos o devido encaminhamento e a excelência da organização permitiu, com tempo, a verificação de todos aqueles que iriam participar na Santa Eucaristia na zona reservada aos doentes (colunata norte). Deste modo desembarquei o amigo Padre Vicente e acompanhante para o devido apoio. De seguida estacionei o carro e dirigi-me para o Santuário onde acompanhei, junto da minha mulher e amigos, toda a cerimónia presidida pelo Santo Padre.

Um dia único onde o frenesim típico das multidões se misturou com a alegria, altruísmo, orações e os necessários silêncios nos momentos próprios.

Uma Bênção vinda do Altíssimo.

Padre Vicente (cadeira de rodas com alva e estola) - Adoração Santíssimo

Mas voltando ao título e à correspondente análise pessoal do que assisti no dia 12 de maio de 2017:

Curiosa a família do primeiro-ministro, ele de apelido Costa, ela de apelido Tadeu. Eu que tenho de apelido Tadeu Costa. O Costa esteve nas cerimónias em Fátima enquanto ateu, já se escreveu que é maçon, ela católica “praticante” (não gosto deste termo), a filha de ambos batizada há pouco tempo... Interessante família dá que pensar. 

Um homem que tem ânsia do poder, basta ter em linha de conta o que fez ao seu colega socialista Seguro e depois transformando uma humilhante derrota nas legislativas numa vitória de tal forma que hoje se vive num foguetório de êxitos económicos, ainda bem, mas com uma dividida de 130% quando há uns anos atrás, no tempo da Ferreira Leite a dívida era pouco mais de 60% do PIB... 

José Miguel Judice, na TVI24 ("Porquê?" dizia que o Costa é um faccioso em termos políticos. Talvez um dia venhamos assistir a uma alteração de conduta do Costa, para bem dele e para bem da Nação.

Foto em

Por, António Tadeu Costa

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