“Quem és?”, perguntam-lhe. “Sou uma alma pura”
(in, Pastoral da Cultura)
«Um homem bate à porta do Paraíso. “Quem és?”, perguntaram-lhe do interior. “Sou um judeu”, responde. A porta permanece fechada. Bate de novo e diz: “Sou um cristão”. Mas a porta continua fechada. O homem bate pela terceira vez e é-lhe de novo inquirido: “Quem és?”. “Sou um muçulmano”. Mas a porta não se abre. Bate uma outra vez. “Quem és?”, perguntam-lhe. “Sou uma alma pura”, responde. E a porta escancara-se.»
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