Alguns andam por aí a querer também reverter a História de Portugal. Gente pequena, que nunca me surpreenderam, que com tiques de ditadores pretendem uniformizar a sociedade para uma linha comum de identidade.
Vem a propósito do Papa Francisco, na sua habitual audiência (ler+), se expressar sobre os ídolos. A tudo aquilo que, propondo de forma fácil e enganadora, consiga alterar para melhor a vida de qualquer pessoa. Uns lances de cartas, uma sequência das mesmas e a vida da pessoa ali demonstrada. O apelo do Papa Francisco, qual sacerdote a falar na sua paróquia, é tão simples mas muito factual.
Sei que no limite da dor o ser humano é capaz de ações inconsequentes e estranhas. Ao católico é pedido no limite, e também, a oração - no auge do sofrimento Ele pediu "Pai, perdoa-lhes porque eles não sabem o que fazem".
Também, por isso, tenho dificuldades em perceber o ir a Fátima pagar uma promessa. Reconheço que a expressão está vulgarizada, no Amor a Nossa Senhora (sem dúvida) mas onde tudo cabe para apaziguar a dor, para acreditar, para orar.
Não... não se "vai" a Fátima porque Nossa Senhora acolheu o nosso pedido, a ordem é inversa e unívoca... peregrinar a Fátima é rezar, agradecer num hino de louvor à Mãe de Jesus e que o católico deve saber interpretar.
Falar/escrever é fácil dirão uns...
Por, António Tadeu Costa

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