Reconheço que o convívio longo e próximo do amigo Padre José Vicente Martins, igualmente sacerdote jesuíta, me aproximou desta congregação não em termos físicos de relacionamento mas naquilo que Ela tem de melhor - um Amor profundo a Jesus.
Por isso me detive, acompanhando a referida sessão - brevemente (talvez ainda hoje) 'blogue ' o que recolhi, de tão significativo deste 'encontro virtual'.
Por agora deixo esta entrevista do Padre Vasco Pinto que ele concedeu ao Diário de Notícias em setembro de 2019 - vale a pena ler - https://www.dn.pt/vida-e-futuro/vasco-pinto-magalhaes-a-morte-de-uma-namorada-foi-algo-muito-forte-na-decisao-de-ser-padre--11320507.html.
E depois da leitura fica a resposta à interrogação do post... Cada um que a interprete!
Mas deixo uma reflexão - não foi por acaso que o Santo Padre ontem na homilia da Missa da Ceia do Senhor se referiu aos sacerdotes; não foi por acaso que quando o Papa Francisco se apresentou pela primeira vez ao 'povo' o tenhamos visto como Bispo de Roma (pois vestia-se de branco) mas o que vimos foi um sacerdote naquela tribuna.
Nos tempos do Império Romano os cristãos eram perseguidos e assassinados (de várias formas) - sangue de inocentes foi semente de cristãos - hoje vivemos situações análogas onde o mundo vive atemorizado pelo Covid.19, mas onde todos os anos vários cristãos vivem uma 'pandemia' ao morrerem por aplicarem a mensagem de Cristo - o Amor ao Próximo.
A quem ler isto as desculpas de um pecador.
Estava procurando um link de apoio e dei com isto, bem recente:
Por, António Tadeu Costa
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